ACADEMIA DA SAÚDE

Horário


Endereço
Rua da Saudade, S/N., Saudade, Lagoa de Itaenga - PERNAMBUCO

Responsável
União da Bahia Capoeira




ACADEMIA RESISTÊNCIA

Horário
Terça-feira das 19:00 às 20:00 (Geral)
Sábado das 08:00 às 09:00 (Geral)


Endereço
Rua Cláudio Furquim, 7, Tatuapé, São Paulo - SÃO PAULO

Responsável
Professor Marcha Lenta




CENTRO DE ARTESANATO DE LAGOA DE ITAENGA

Horário
Sábado das 15:00 às 17:00 (Geral)

Endereço
Rodovia PE-53, 976, Centro, Lagoa de Itaenga - PERNAMBUCO

Responsável
Contramestre Vermelho


CEU PARQUE VEREDAS

Horário
Sábado das 09:00 às 10:30 (Geral)

Endereço
Rua Daniel Muller, 347, Chácara Dona Olívia, São Paulo - SÃO PAULO

Responsável
Instrutor Mola


CEU VILA CURUÇÁ

Horário
Sábado das 09:30 às 10:30 (Geral)

Endereço
Avenida Marechal Tito, 3452 , Jardim dos Ipês, São Paulo - SÃO PAULO

Responsável
Professor Zumbi


CLUBE DA CURUÇÁ

Horário
Sábado das 09:00 às 10:00 (Geral)

Endereço
R. Grapirá, 537, Vila Curuçá Velha, São Paulo - SÃO PAULO

Responsável
Graduada Sabiá



QUADRA POLIESPORTIVA DA BAIXADA VERDE

Horário
Domingo das 07:00 às 09:00 (Geral)

Endereço
R. Vinte e Nove, 1, Baixada Verde, Tracunhaém - PERNAMBUCO

Responsável
Estagiário Donatello


Acessório ou Ferramenta
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Grimas de Maculelê

Par de grimas de madeira de biriba.


Artesanato e Ornamento

Chaveiro de Caxixi

Fundo de cabaça e cipó junco ou piaçava, aro de chaveiro.

Brincos de Caxixi

Fundo de cabaça e cipó junco ou piaçava, aro de chaveiro.

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Chaveiro de Agogô de Castanha

Côco babão, suporte de madeira, aro de chaveiro.

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Estatueta de Berimbau

Côco babão, suporte de madeira, aro de chaveiro.


Instrumento Musical
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Berimbau

Verga de madeira lisa, cabaça com rami, aço com barbante, baqueta de bambú, dobrão de aço com superfície estriada, caxixi de junco.

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Atabaque de Corda

Casco de madeira de peroba rosada maciça, couro de boi com pêlo, corda de sisal, cunha de madeira de lei, aro de ferro.

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Reco-reco

Corpo de bambú, baqueta de bambú.

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Agogô de Castanha

Corpo de biriba, dupla de castanhas do pará, baqueta de biriba.

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Caxixi

Fundo de cabaça, cipó junco e sementes (olho de pombo, lágrima de Santa Maria, borboleta).


MURAL

8º COPA INTERNACIONAL ABERTA HCC
Categoria Feminina Graduadas
1° Lua Branca (União da Bahia)
2° Pulga (Herança Cultural)
3° Sabia (União da Bahia)
Quem treina tem sorte.
6º CAMPEONATO SIMPLESMENTE CAPOEIRA
Pódio Atletas da Escola
Tramela (1° - Categoria Aluno Feminino)
Sabiá (2° - Categoria Graduado Feminino)
Torto (3° - Categoria Aluno Masculino)
JOGOS ARNOLD COMUNIDADE CAPOEIRA
Pódio Atletas da Escola
Sabiá (1° - Categoria Graduado Feminino)
Morceguinho (1° - Categoria Graduado Masculino)
O capoeirista corre. E ai daquele 
que correr atrás do capoeira.
É a união que nos dá a força, 
e a bahia que manda o axé.
A capoeira é 80% cabeça 
e 20% corpo.
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clip roda do evento 2023
Praça do Forró - São Paulo/SP
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Capoeira Praça do Forró - SP Evento 26 Novembro 2023
Praça do Forró - São Paulo/SP
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clip 17 anos de roda
Praça do Forró - São Paulo/SP
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17 anos de roda na praça do Forró - SP 5º Aulão da Amizade
Praça do Forró - São Paulo/SP
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Aniversário de 5 Anos de roda Capoeira Praça do Forro-SP
31/07/2011 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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Formatura Batizado e Troca de Cordas 2022
27/11/2022 - E. E. Dom Pedro I - São Paulo/SP
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Capoeira Praça Do Forró -SP 27/11/2022 Abertura do Evento Formatura Batizado e Troca de Cordas 2022
27/11/2022 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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16 Anos de Roda Capoeira Praça do Forró - SP 31/07/2022
31/07/2022 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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Celebração de 15 Anos de Roda Capoeira Praça do Forró - SP - UDBC
31/07/2021 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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Capoeira Praça do Forró- SP 28-02-2021
Praça do Forró - São Paulo/SP
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RODA NA SEDE UDBC DE ENCERRAMENTO 2020
20/12/2020 - Matriz União da Bahia Capoeira - São Paulo/SP
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CAPOEIRA PRAÇA DO FORRÒ - SP 30 08 2009
Praça do Forró - São Paulo/SP
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São Paulo que tem Dendê - Formatura - Batizado - Troca de Cordas - 2014
E. E. D. Pedro - São Paulo/SP
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11º ANIVERSÁRIO DA RODA CAPOEIRA PRAÇA DO FORRÓ- SP 2017
30/07/2017 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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Batizado e Trocas de Cordas 2008 Inst. Gafanhoto
08/12/2008 - CEU Pq. Veredas - São Paulo/SP
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Clip 2º Aulão Aberto da Amizade Capoeira Praça do Forró -SP 2018
29/07/2018 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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clip 1° Aulão Aberto da Amizade Capoeira Praça do Forró- SP 2010
Praça do Forró - São Paulo/SP
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Unidos Pela Capoeira 2013 Uruguay - Argentina UDBC
Uruguay - Argentina
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Capoeira Praça do Forró - SP 2008
25/05/2008 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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Praça do Forro Novembro de 2010
Praça do Forró - São Paulo/SP
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Batizado e troca de cordas UDBC 2019
24/11/2019 - E.E. Dom Pedro I - São Paulo/SP
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Batizado Troca de cordas e Formatura UDBC 2010
CEU Pq. Veredas - São Paulo/SP
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Capoeira Praça do Forró - SP 2013
São Paulo/SP
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Capoeira Praça do forro- SP 2009
29/03/2009 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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Celebração de 12 anos de roda na praça do forró Com Aulão e Roda Aberta
2018 - Praça do Forró - São Paulo/SP
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Batizado e troca de cordas 2018 UDBC - CM Gafanhoto
E. E. Dom Pedro I - São Paulo/SP
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Capoeira Praça do Forro - SP Novembro 2019 ultima roda do Ano!!!
Praça do Forró - São Paulo/SP

Sobre a capoeira

Definição, origens e contexto social da prática da capoeira conforme apontado pelo dossiê, é difícil estabelecer uma definição sucinta da capoeira…

Sobre a escola

O Centro Cultural Esportivo e Educacional União da Bahia Capoeira foi fundado ao final de 1998 na cidade de São Paulo, no bairro de Itaim Paulista na zona leste…

Sobre o trabalho

As atividades desempenhadas pelos nossos profissionais vão desde oficinas, campeonatos, rodas de rua, apresentações culturais, palestras temáticas, ministração…

Sobre a formação

Os cursos de formação do aluno tem a categoria mirim, que vai de 3 até 7 anos completos de idade. Seu nível é simbolizado pelo uso de cordas de tecido cruas…

SOBRE A CAPOEIRA

Definição, origens e contexto social da prática da capoeira conforme apontado pelo dossiê, é difícil estabelecer uma definição sucinta da capoeira. Ela se caracteriza como fenômeno multifacetado e multidimensional: dança, luta ou jogo, dependendo do momento histórico, do contexto imediato, dos objetivos dos atores envolvidos. A historiografia, até este momento das pesquisas, no que se refere ao Rio de Janeiro, Salvador e Recife, define-a como fenômeno urbano, surgido provavelmente nas grandes cidades escravistas litorâneas, entre crioulos e africanos escravizados ligados às atividades de ganho, na zona portuária ou comercial.

Importa ressaltar que, tanto no Rio como em Salvador, a capoeira surge na documentação histórica como prática associada à marginalidade social, porém a escravidão de ganho foi uma modalidade eminentemente urbana de trabalho compulsório, na qual os escravizados faziam durante o dia inúmeras atividades ligadas ao comércio ambulante, transporte de pessoas ou cargas e serviços manuais (incluindo ofícios especializados, como os de carpinteiro, marceneiro, sapateiro e alfaiate), devendo entregar ao fim do dia a seu dono uma quantia pré-determinada ou, em muitos casos, o total da renda obtida. Os proprietários urbanos muitas vezes possuíam apenas um ou poucos escravos, de cujo "ganho" dependiam para sobreviver. O ganho foi, ainda, uma das mais importantes maneiras dos escravizados comprarem sua carta de alforria, economizando o pouco que lhes restava acima da quantia diária estipulada para ser entregue aos senhores amplamente imbricada na vida política da cidade e do país, na medida em que os capoeiras envolveram-se na capangagem eleitoral e na Guerra do Paraguai.Os capoeiras mantinham, assim, relações ambíguas com as camadas dominantes, fazendo muitas vezes seu "serviço sujo" quando necessário, e em outras ocasiões batendo-se abertamente contra os agentes da ordem (em um processo que foi, segundo os historiadores João José Reis e Eduardo Silva, um padrão recorrente na estratégia de sobrevivência da população negra no Brasil escravista, a oscilação entre a negociação e o conflito).

Algumas diferenças são importantes, contudo. Na Bahia, nunca houve uma polarização de grupos rivais equivalente às maltas de capoeiristas que apavoravam as elites da Corte (os Nagoas e os Guaiamuns) ou às bandas militares e bandas dos "clubes de rua", ligados às corporações de ofícios artesanais urbanos, que se apresentavam no carnaval e outras festas públicas do Recife, e de cujas coreografias teria surgido o passo do frevo. Por outro lado, a ligação com o universo da rua, seja através do trabalho na estiva, como carregador, carroceiro, pedreiro, marceneiro, peixeiro e outros, seja nos momentos de lazer nas "festas de largo", vinculava a capoeira na Bahia, de forma mais estreita, a práticas culturais de origem africana, como os batuques e as religiões de matriz africana. Isto a tornava, ao menos aparentemente, mais próxima da "vadiação", da brincadeira, do jogo, mantendo também, de forma mais pronunciada, seu aspecto ritualístico.

No entanto, a partir de 1890, quando a capoeira foi criminalizada através do artigo 402 do Código Penal, a repressão policial abateu-se duramente sobre seus praticantes, em consonância com o projeto republicano "higienizador" e europeizante de construção de um Brasil "civilizado". Outras práticas socioculturais afro-brasileiras, como o samba e os candomblés, foram igualmente perseguidas. A dimensão de resistência cultural negra na capoeira se dá, assim, mais do que no conflito aberto com a ordem (como luta), na manutenção de valores, de formas de ser e estar no mundo, fundados na sociabilidade afro-brasileira vigente no mundo das ruas &mdash valores estes plasmados no próprio corpo do capoeira, através do movimento fundamental, a ginga, que tão bem sintetiza a ambigüidade e a "malandragem" do capoeira, na roda do jogo como na da vida.

(Leia mais em Registro da Capoeira como Patrimônio Cultural do Brasil)


SOBRE A ESCOLA

Os pesquisadores demonstraram que, através da fundação do Centro de Cultura Física e Capoeira Regional da Bahia, por Mestre Bimba, em 1937, e do Centro Esportivo de Capoeira Angola, em 1941, pelo Mestre Pastinha, a capoeira começou a deixar de ser uma vadiação de rua para tornar-se uma prática esportiva ensinada através de métodos próprios, em academia, com horários fixos. (Leia mais em Registro da Capoeira como Patrimônio Cultural do Brasil)

O Centro Cultural Esportivo e Educacional União da Bahia Capoeira foi fundado ao final de 1996 na cidade de São Paulo, no bairro de Itaim Paulista na zona leste desta capital (Registro: Registro de informações do grupo e entidade). Teve como seus fundadores Mestre João e seus dois formados, os irmãos Mestre Sombra e Mestre Aventura (in memoriam), ambos bahianos que vieram para São Paulo com mais irmãos Mestre Sorriso (in memoriam) e Formado Marquinhos (in memoriam). As academias de todos foram unificadas para formar o centro cultural presidido pelo Mestre João, que em 2001 passou a ser presidido pelo Mestre Sombra e pelo Mestre Aventura.

Eram adotados a capoeira tradicional paulista e o sistema de graduação da Federação Paulista de Capoeira, porém, em 2002, a escola aderiu a capoeira contemporânea mudando do sistema de cordão das cores da bandeira para o sistema de cordas de tecido de até duas cores, usado até hoje. Nesta mesma época os hoje Professores Kabeça e Vermelho vieram fazer parte da escola, foram as sementes dos trabalhos que eles mantém ativos desde então nas suas localidades.

Em 2006 o Mestre Aventura veio a falecer, e o Mestre Sombra, por problemas de saúde, teve que se afastar da presidência, passando a responsabilidade do trabalho a um dos seus alunos mais velhos: Gafanhoto, a época Instrutor e hoje Contramestre, que idealizou a retomada da Roda de Mês da Praça do Forró que ocorria em São Miguel Paulista na década de 80, mantendo viva uma expressão histórica da capoeira da zona leste.

Desde então o Contramestre vem dando continuidade ao trabalho junto aos seus alunos novas gerações e gerações de capoeiristas. Hoje comemoramos 26 anos de fundação da escola, 16 anos de roda de mês da praça do forró, formaturas de novos professores e trabalhos nos estados de São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul no Brasil e nas cidades de Artigas e Rivera no Uruguai.


SOBRE O TRABALHO

As atividades desempenhadas pelos nossos profissionais vão desde oficinas, campeonatos, rodas de rua, apresentações culturais, palestras temáticas, ministração de aulas, confecção de instrumentos musicais de capoeira, artesanato e acessórios para a prática das diversas manifestações em geral. Na sua trajetória a escola ocupou equipamentos públicos, coletivos e privados, com o objetivo de a cultura popular como escolas, academias, ginásios de esportes, clubes esportivos, praças, teatros, entre tantos outros realizando a difusão da capoeira pelos diversos métodos e formatos que desenvolvemos nesse tempo.

Nosso público inclui crianças de todas a partir dos três anos de idade, adolescentes, adultos, idosos, PCDs, praticantes que se afastaram, pessoas que nunca praticaram e simpatizantes de todas as idades, levando todos os benefícios que a capoeira traz nas diversas áreas de conhecimento e capacidade humana aos interessados. Os interessados podem entrar em contato pelo menu Associação escolhendo a opção correspondente ao propósito desejado e submetendo as informações mínimas pelo formulário de contato.

O trabalho com a capoeira é relevante para (leia mais em Registro da Capoeira como Patrimônio Cultural do Brasil):

  • A história da resistência negra no Brasil, durante e após a escravidão, através de estratégias que variaram da negociação ao conflito aberto com a sociedade hegemônica;
  • A preservação e reestruturação da herança cultural africana, particularmente da herança bantu, no Brasil;
  • A formação de redes de sociabilidade e constituição da identidade e da autoestima de grupos afro-brasileiros;
  • A constituição da identidade nacional, testemunhada maciçamente na produção cultural e artística brasileira, na música, dança, artes plásticas, literatura, cinema e teatro;
  • A convivência respeitosa e harmonização entre diferentes grupos étnicoraciais, etários e de gênero, no país e fora dele, promovendo, mais que uma ideologia, uma prática de diversidade cultural e de combate ao racismo e outras formas de preconceito;
  • A socialização de crianças e jovens e o desenvolvimento de formas de ensino-aprendizagem capazes de envolver múltiplas dimensões de sua formação (física, psíquica, ética, afetiva, lúdica);
  • A promoção da imagem do Brasil e para a difusão de valores, símbolos e práticas da cultura brasileira.


SOBRE A FORMAÇÃO

Os cursos de formação do aluno tem a categoria mirim, que vai de 3 até 7 anos completos de idade. Seu nível é simbolizado pelo uso de cordas de tecido cruas com a ponta colorida, com progresso na seguinte ordem: ponta cinza, ponta amarela, ponta laranja, ponta azul e ponta verde; a categoria infantil, que vai de 8 até 14 anos completos de idade, tem o nível marcado pelo uso de cordas metade cruas e metade coloridas, progredindo na seguinte ordem: meio cinza, meio amarela, meio laranja, meio azul, meio verde, meio roxa e meio marrom; e a categoria adulto, a partir dos 15 anos de idade, tem seu progresso pelo uso de cordas parcialmente ou completamente coloridas na seguinte ordem: cinza, cinza e amarela, amarela, amarela e laranja, laranja, laranja e azul.

Ao concluir o curso de formação o aluno recebe o título de aluno graduado e pode iniciar o curso de formação de instrutor. Nesse curso o seu progresso é simbolizado pelo uso de corda de cor completamente azul, depois de corda azul e verde; Ao concluir o curso de formação de instrutor o graduado recebe o título de instrutor de capoeira e pode iniciar o curso de formação de professor. Nesse curso o seu progresso é simbolizado pelo uso de corda de cor completamente verde, depois de cor verde e roxa.

Ao concluir o curso de formação de professor, o instrutor recebe o título de profressor de capoeira e pode iniciar o seu curso de formação de contramestre. O seu progresso é simbolizado pelo uso de cordas coloridas completamente na cor roxa, depois de cor roxa e marrom; Ao concluir o curso de formação de contramestre o professor recebe o título de contramestre de capoeira e pode iniciar o curso de formação de mestre. Nesse curso o seu progresso é simbolizado pelo uso de corda colorida completamente na cor marrom, depois de cor marrom e vermelha.

Ao concluir o curso de formação de mestre, o contramestre recebe o título de mestre de capoeira. Neste nível o seu progresso é simbolizado pelo uso de cordas coloridas na seguinte ordem: vermelha, vermelha e branca e branca. Quando o capoeirista já obteve título de formação em outra escola ele recebe o título provisório de estagiário e tem iniciado o curso de equiparação, este estágio é simbolizado pelo uso de corda colorida com as cores branca e preta.


Proposição

Atividades para colaborações ou trabalhe conosco.